Cristina Gonçalves

Recorda quem És! Vive a tua Verdade! Sê tu mesmo!

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crisgoncalves On 2 Janeiro 2011


LIBERTAR O VELHO, PARA DAR LUGAR AO NOVO.

Chega mais um ano e com este a esperança de fazer algo melhor da nossa vida, de atingir os objectivos, de melhorar relacionamentos e de estar mais em paz connosco mesmos.

Temos capacidades e recursos internos inimagináveis, às espera de serem manifestados, e com eles podermos chegar mais longe no nosso caminho de descoberta e realização pessoal.

No entanto, para dar lugar ao novo, temos que libertar algo do velho, do que já não nos serve. O espaço que possuímos é sempre o mesmo, e se quisermos trazer algo novo à nossa vida, temos que arranjar lugar para que isso se manifeste.

Isto implica LIBERTAR ou DESAPEGAR, fazer uma limpeza interna como aquela que fazemos quando temos que desfazer-nos de roupas, sapatos ou objectos que já não nos servem, por motivos diversos. Temos que olhar para dentro de nós mesmos, perceber e fazer uma lista: que pensamento limitador já não me serve? Que pessoa está na minha vida e não me traz bem-estar? Que ocupação me tira a maior parte do meu tempo e não me traz felicidade? Que vícios me roubam qualidade de vida?

Quando tivermos essa lista, e a vontade interna de fazer mudanças efectivas na nossa vida rumo ao nosso equilíbrio e bem-estar, está na hora de libertar o que já não nos serve… e só depois de desapegar do que nos tira força e poder pessoal, é que estaremos habilitados a dar lugar a algo novo, que seja mais indicado e perfeito para nós. Sem abrir-mos espaço interior para o novo, este não pode entrar, por mais boa vontade que tenhamos.

O meu convite para 2011, é que antes de traçar qualquer objectivo ou meta, que nos possa trazer realização pessoal rumo à excelência, libertemos o que já não serve, o que está velho, o que nos prende ao passado… e para isso aconselho-vos a fazer a seguinte meditação.

Meditação

Fique sentada(o), braços apoiados nas pernas com as palmas das mãos viradas para baixo, feche os olhos, respire calmamente algumas vezes e pense na intenção deste exercício. A intenção é LIBERTAR O VELHO (pensamentos, pessoas, objectos, situações).

E agora veja, sinta ou faça de conta que tem aprisionado nas suas mãos balões com a imagem daquilo a que está apegado. Respire uma vez e solte um a um os balões, desprenda, desapegue-se disso, vendo ou fazendo de conta que vê esses balões, desaparecerem nas no infinito do Universo. Olhe então para as palmas das suas mãos e imagine uma miríade de pontos de luz com milhões de novas possibilidades para você e sua vida. Então, sentido-se completamente livre, respire, abra os olhos e dê as boas vindas a 2011!!!

Cristina Gonçalves

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Categories: ARTIGOS, Transformação

4 Respostas

  1. António Lopes diz:

    Olá Cristina :-)
    Obrigado pelo texto ;-)

    E, fiel à minha propensão analítica :-P , interrogo-me se a lista sem vontade interna servirá para alguma coisa e se, quando a vontade chega, para que servirá a lista?
    :-D

    E se te parece um mero jogo de palavras, olha que não :-P

    **** { }

    • CrisGoncalves diz:

      Caro António,

      A lista sem vontade interna apenas serve para tomada de consciência, mas não leva à acção.

      Com vontade para agir, a lista ajuda na tomada de consciência e saber por onde começar.

      Ambas são importantes separadamente, mas indispensáveis juntas.

  2. António Lopes diz:

    Cara Cristina :-P

    Bateu-me a noção (e a sensação) de que a vontade de agir carrega em si a sua própria lista e de pouco servirá ter uma “lista extra”. :-D

    A título de exemplo, lembro-me de dois casos para fumadores que, após várias tentativas conscientes de deixar de fumar, um dia (sem estarem à espera), algo despoletou a vontade de o deixar de fazer e pararam.

    Parece que é assim que a coisa tem funcionado comigo (para algumas coisas) ;-)
    Mas tu já sabes, sou um gajo esquisitóide :-D

    Aliás, os dois casos são da minha família, raios, será que a esquisitisse é genética :-O

    Mas concordo contigo, a lista é importante para a tomada de consciência e creio que, não sabendo qual ou quais os factores que criam o impulso definitivo para a mudança, talvez o processo, além dos esforços conscientes para mudar, também se possa construir lentamente com (pequenas) alterações em nós, por vezes pouco visíveis, uma espécie de gota a gota até o copo transbordar e a mudança se concretizar. :-D

    • CrisGoncalves diz:

      A maioria das vezes, o tal “clic” é dado pela tomada de consciência de que algo tem que mudar, daí a importância da tal lista, para mais rapidamente tomarmos consciência do que pode não ser assim tão claro numa primeira aproximação mais superficial

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